Konan, Shiga, Japão, 14 de abril de 2026, Radio Shiga – A audiência brasileira no Japão e ao redor do mundo tem um encontro marcado com a alta qualidade da música instrumental e educativa na próxima sexta-feira (17). O programa Tons do Brasil, inserido na “Jornada de Uma Terra Só – Japan” e apresentado por Shirley Espíndola, chega à sua edição S03E85 trazendo como convidado especial o renomado músico Valmyr de Oliveira. A transmissão ocorrerá pelo streaming da Radio Shiga e simultaneamente pelo YouTube, permitindo que o público interaja em tempo real com o artista por meio do chat ao vivo.

“A música de Valmyr de Oliveira carrega a essência das montanhas de Minas Gerais e a sofisticação técnica adquirida em décadas de dedicação ao violão e à educação musical.”
Nascido em Buenópolis e criado em Montes Claros, no interior de Minas Gerais, Valmyr de Oliveira traz em seu DNA a forte influência folclórica da região norte-mineira. Sua jornada musical teve início em 1972, no Conservatório Estadual de Música Lorenzo Fernandez. Desde então, consolidou uma sólida formação acadêmica, graduando-se em Violão Clássico e obtendo o título de mestre em Educação Musical pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Essa base teórica e prática permitiu que ele transitasse com maestria entre as salas de aula e os palcos mais exigentes.
Desde 1981, Valmyr desenvolve um papel fundamental como educador, lecionando desde o ensino fundamental até o nível superior, onde também atuou como coordenador acadêmico. No campo artístico, sua versatilidade é notória: violonista, compositor, arranjador e produtor. O músico participou de diversos grupos no Brasil e no exterior, além de ter emprestado seu talento ao teatro, compondo trilhas e atuando como instrumentista em produções cênicas de destaque.
“O programa Tons do Brasil celebra a trajetória de artistas que, como Valmyr, elevam a cultura nacional e mantêm viva a tradição do violão brasileiro no cenário internacional.”
A discografia solo de Valmyr de Oliveira é composta pelos CDs “Brilho de Saudade” (1996), que lhe rendeu uma indicação ao prestigiado Prêmio Sharp, e “Trejeito”, trabalho no qual explorou plenamente suas facetas de cantor, compositor e arranjador. Além da carreira solo, sua contribuição para a música de grupo é vasta, tendo integrado formações como Instrumental Marina Silva, Terno de São Benedito e Seresta Carioca. Um dos marcos de sua trajetória foi a fundação, em 1996, da Camerata de Violões, grupo do qual é integrante até hoje e que se tornou referência na interpretação de repertórios camerísticos para o instrumento.
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