Chisinau, Moldávia, 20 de outubro de 2024 – Agência de Notícias Kyodo – A Moldávia se prepara para um domingo (20) decisivo, quando seus cidadãos irão às urnas para eleger o próximo presidente e decidir sobre a adesão do país à União Europeia em um referendo histórico. O pleito ocorre em um contexto de crescentes tensões geopolíticas e acusações de interferência russa.
A atual presidente pró-Ocidente, Maia Sandu, lidera as pesquisas de intenção de voto, enfrentando candidatos pró-Rússia e outros concorrentes. Uma recente sondagem indica que 63% dos eleitores são favoráveis à entrada na UE, refletindo o desejo de muitos moldavos de se aproximarem do bloco europeu.
O governo Sandu acusa grupos pró-Rússia de orquestrarem uma massiva campanha de interferência eleitoral, incluindo alegações de compra de votos com grandes somas de dinheiro. Estados Unidos, Reino Unido e outros países expressaram preocupação com essas acusações, enquanto o lado pró-Rússia nega veementemente as alegações.
A Moldávia, ex-república soviética que faz fronteira com a Ucrânia, iniciou oficialmente as negociações para adesão à UE em junho deste ano. O referendo busca consolidar esse caminho europeu, mas enfrenta resistência de setores que preferem manter laços mais estreitos com Moscou.
O resultado dessas votações poderá definir o futuro geopolítico da Moldávia, determinando se o país continuará sua trajetória em direção à integração europeia ou se manterá sob a influência da esfera russa. A comunidade internacional observa atentamente, ciente das implicações regionais desta decisão.
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