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Forças russas atacam Kiev e deixam ao menos 11 mortos

Ataque massivo com mísseis e drones destrói prédios residenciais e mobiliza bombeiros na capital ucraniana

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Moscou, Rússia, 7 de julho de 2026, TASS — O Ministério da Defesa da Rússia confirmou a realização de um ataque em larga escala utilizando mísseis de alta precisão e drones contra a capital da Ucrânia, Kiev, e outras localidades estratégicas nesta segunda-feira (6). De acordo com relatórios preliminares divulgados por autoridades locais, a ofensiva militar resultou na morte de pelo menos 11 pessoas e gerou severos danos estruturais na região metropolitana.

Registros visuais da área afetada expõem o impacto das explosões, que destruíram severamente paredes, janelas e estruturas de sustentação de um edifício residencial, exigindo uma mobilização emergencial do corpo de bombeiros para conter os incêndios e resgatar possíveis sobreviventes sob os escombros. O governo russo declarou que a operação foi executada como uma resposta direta a ações descritas como ataques terroristas promovidos pela Ucrânia contra a infraestrutura civil em território russo.

O comando militar da Rússia informou que os alvos atingidos incluíram empresas da indústria bélica, instalações de combustíveis e energia, além de aeródromos militares em diversas províncias.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, pronunciou-se por meio de suas plataformas digitais para lamentar as perdas e comentar o desempenho das defesas locais. O mandatário pontuou que os militares obtiveram sucesso na interceptação de drones e mísseis de cruzeiro, mas ressaltou a vulnerabilidade do país diante de mísseis balísticos russos, associando a falha à escassez no fornecimento de projéteis interceptadores enviados por aliados ocidentais.

Diante do agravamento da crise humanitária e militar, Zelenskyy fez uma convocação formal aos membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para que adotem medidas concretas de fortalecimento do sistema de defesa aérea ucraniano durante a cúpula da aliança, agendada para começar nesta terça-feira (7). Fontes diplomáticas em Washington sinalizam que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, planeja se reunir reservadamente com o líder ucraniano durante a realização do evento internacional.

A nova onda de bombardeios intensifica o cenário de devastação registrado desde a metade da semana passada, quando ataques anteriores ceifaram dezenas de vidas no país.

Entre a quarta-feira (1) e a quinta-feira (2) da semana anterior, uma ofensiva russa similar combinando mísseis e drones já havia atingido de forma severa a capital e outras regiões adjacentes da Ucrânia, deixando um rastro de destruição e culminando na morte de pelo menos 31 cidadãos, o que eleva o estado de alerta máximo das equipes de socorro para novos desdobramentos nos próximos dias.

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