Reação alérgica à vacina contra o coronavírus chinês relatada no Alasca
Autoridades sanitárias do estado americano do Alasca relataram que uma funcionária da saúde desenvolveu uma reação alérgica severa logo após receber a vacina contra o coronavírus chinês.
As autoridades sanitárias disseram, nesta quarta-feira (16), que uma mulher desenvolveu falta de ar e outros sintomas de reação anafilática cerca de 10 minutos depois de receber a vacina contra o coronavírus chinês da Pfizer.
Eles dizem que ela está em condições estáveis no hospital após ser tratada imediatamente, e que seu estado está sendo monitorado de perto.
As autoridades dizem que a funcionário da saúde não tem histórico de reações alérgicas. Eles dizem que estão investigando se houve uma ligação entre sua reação alérgica e a vacina.
Uma funcionária da Pfizer disse à NHK que a empresa está investigando o caso em conjunto com as autoridades sanitárias locais. A funcionária disse que a empresa analisará cuidadosamente os relatos de suspeitas de reações alérgicas à sua vacina.
Dois casos de reação alérgica grave também foram relatados na Grã-Bretanha após ter iniciado as inoculações com a vacina da Pfizer na semana passada.
Diretrizes renovadas emitidas na segunda-feira pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA aconselham que os receptores da vacina sejam observados por algum tempo após a vacinação para verificar a ocorrência de quaisquer reações adversas imediatas.
Também adverte que as pessoas com histórico de reação alérgica a qualquer um dos ingredientes contidos na vacina não devem ser inoculados.
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