Abuja, Distrito Federal, Nigéria, 17 de maio de 2026, Associated Press (AP) – O Comando dos Estados Unidos para a África anunciou a eliminação de membros do alto escalão do grupo militante Estado Islâmico, também conhecido como ISIS, durante uma operação militar de grande escala realizada em território nigeriano. A ação foi conduzida no sábado (16) em estreita coordenação com o governo da Nigéria na região nordeste do país.
Entre os mortos na ofensiva está um líder sênior que desempenhava um papel vital na rede global do grupo terrorista. Segundo informações militares, ele era responsável por fornecer diretrizes estratégicas para o desenvolvimento e a fabricação de armas e drones. Além disso, o indivíduo estava diretamente envolvido no planejamento de ataques e na coordenação de sequestros de reféns em diversas frentes internacionais.
O presidente Donald Trump afirmou em suas redes sociais que o homem abatido era o segundo em comando do ISIS em nível global. Com sua remoção, a operação global do Estado Islâmico está grandemente diminuída, destacou o mandatário americano.
A repercussão da operação foi imediata entre as autoridades locais. O presidente da Nigéria, Bola Ahmed Tinubu, expressou publicamente sua gratidão à administração de Trump. Em comunicado, Tinubu afirmou que espera a realização de mais ataques decisivos contra todos os redutos terroristas espalhados pela nação, visando a pacificação definitiva da região.
Estou ansioso por novos golpes contra enclaves terroristas. A cooperação entre nossas nações é fundamental para erradicar essas ameaças, pontuou o presidente nigeriano Bola Ahmed Tinubu.
A intervenção militar ocorre após pressões exercidas por Donald Trump no último ano, quando o presidente americano questionou o governo nigeriano sobre a morte de cristãos no país. Na ocasião, Trump sinalizou que os Estados Unidos poderiam adotar medidas militares caso ações mais severas não fossem tomadas pelas autoridades locais.
Embora o contexto religioso tenha sido pauta de discussões políticas em Washington, analistas de defesa reforçam que os ataques de grupos terroristas na Nigéria atingem diversos grupos religiosos de forma indiscriminada, tornando a operação estratégica atual uma peça-chave para a segurança de toda a população civil, independentemente de credo.
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