Tóquio, Japão – 5 de março de 2024 – O primeiro-ministro japonês, Kishida Fumio, afirmou que fará o máximo para trazer de volta todos os japoneses sequestrados pela Coreia do Norte há décadas. Em uma reunião ocorrida nesta segunda-feira (4), Yokota Takuya, líder de um grupo de familiares dos abduzidos, e sua mãe, Yokota Sakie, entregaram a Kishida um novo plano de ação elaborado pelo grupo no mês passado.
O plano indica que o grupo não se opõe ao governo japonês levantar sanções contra a Coreia do Norte caso todos os abduzidos sejam repatriados enquanto seus pais estiverem vivos. É a primeira vez que o grupo menciona a possibilidade de levantamento de sanções.
Kishida respondeu que está determinado a resolver a questão com suas próprias mãos e prometeu fazer esforços adicionais para alcançar esse objetivo. Ele também afirmou a necessidade de tomar a iniciativa para eliminar a desconfiança entre o Japão e a Coreia do Norte, visando construir um futuro mais promissor. O primeiro-ministro expressou o desejo de realizar uma cúpula com o ditador norte-coreano, Kim Jong Un.
Yokota destacou que a Coreia do Norte tem enviado sinais, aparentemente, diferentes do passado, mas ressaltou a importância de o governo japonês manter uma postura firme sem fazer concessões. Sakie, mãe de um dos abduzidos, expressou o desejo de ver o governo agir enquanto Kishida estiver no cargo, após 46 anos de espera pela volta de seus entes queridos.
O compromisso do primeiro-ministro japonês reflete a persistência do país em resolver uma das questões mais delicadas de sua diplomacia internacional, buscando trazer justiça e alívio para as famílias afetadas pelas abduções históricas.
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