Domingo marca um mês desde que um devastador terremoto atingiu o norte do país africano do Marrocos. Muitos sobreviventes ainda estão vivendo em tendas improvisadas e agora se preparam para enfrentar condições ainda mais difíceis com a chegada do inverno.
O terremoto de magnitude 6,8 atingiu uma região montanhosa no centro do Marrocos tarde da noite em 8 de setembro.
Autoridades governamentais afirmaram que o terremoto deixou pelo menos 2.946 mortos e 5.674 feridos, além de danificar 50.000 casas.
Na sexta-feira, o governo começou a fornecer pagamentos mensais de cerca de 240 dólares para famílias cujas casas foram completamente ou parcialmente destruídas. As autoridades afirmam que a assistência continuará por um ano.
No entanto, muitas pessoas nas áreas afetadas ainda são obrigadas a viver em tendas improvisadas.
Um evacuado relatou que faz frio durante a noite e expressou temor em relação ao inverno que se aproxima, pedindo mais colchões e cobertores.
A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho apontou para a urgente necessidade de abrigos isolados e itens essenciais para o inverno. A organização de ajuda humanitária afirmou que o frio é cortante na região atingida pelo desastre, que está localizada a cerca de 2.000 metros de altitude.
Com as áreas afetadas dispersas em uma ampla extensão de regiões montanhosas, fornecer apoio antes do inverno se tornou um grande desafio.
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