A Associated Press divulgou seus padrões para IA generativa em seu blog oficial, dizendo que seus jornalistas não podem usar a tecnologia para redigir matérias jornalísticas.
A agência de notícias dos EUA diz que sua equipe pode experimentar a IA generativa com cautela, pois o uso consciente da inteligência artificial pode, com o tempo, melhorar a forma como eles trabalham.
No entanto, a agência afirma que o papel central de um jornalista da AP – coletar, avaliar e ordenar os fatos em matérias jornalísticas – não mudará. Ela enfatiza que “não vê a IA como um substituto dos jornalistas de forma alguma”.
As normas estabelecem que “se uma ilustração ou obra de arte gerada por IA for o tema de uma notícia, ela poderá ser usada desde que esteja claramente identificada como tal na legenda”.
A equipe também é obrigada a não colocar informações confidenciais ou sensíveis nas ferramentas de IA.
A AP estava pensando em como usar a IA desde que a agência fez um acordo com a OpenAI, fabricante do ChatGPT, em uma parceria comercial no mês passado.
O New York Times proibiu, em princípio, o uso de seus artigos e fotos para treinar sistemas de inteligência artificial.
O gigante da TI, Google, supostamente desenvolveu uma ferramenta de IA que pode escrever artigos de notícias e apresentou o produto às principais empresas de mídia.
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