O chefe do gerenciamento de emergências da ilha havaiana de Maui pediu demissão, alegando motivos de saúde. A renúncia ocorre em meio a críticas crescentes sobre sua decisão de não usar sirenes de alerta quando os incêndios florestais se aproximavam da área residencial.
Segundo as autoridades locais, Herman Andaya, administrador da Agência de Gerenciamento de Emergências do Condado de Maui, apresentou sua renúncia ao prefeito do condado na quinta-feira (17), com efeito imediato.
Andaya disse em uma coletiva de imprensa no dia anterior que não se arrependia de não ter usado as sirenes. Ele disse que o sistema de sirenes foi projetado para tsunamis, e não para incêndios florestais, e que “o público é treinado para buscar terrenos mais altos caso a sirene seja acionada”.
Ele disse que as pessoas teriam ido para a encosta da montanha se a sirene tivesse sido acionada.
No entanto, um vídeo produzido pelas autoridades locais há três anos parece contradizer essa afirmação. Ele explica que as sirenes devem ser usadas em uma variedade de emergências, incluindo incêndios florestais.
O prefeito de Maui disse que escolherá um substituto para Andaya o mais rápido possível, dada a gravidade da crise.
As autoridades confirmaram 111 mortes em decorrência do desastre, sendo que 40% da área altamente afetada já foi vasculhada até o momento.
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