Comprimidos da Pfizer contra o coronavírus chinês diminuem hospitalização e morte
O gigante farmacêutico americano Pfizer afirma ter desenvolvido um medicamento oral contra o coronavírus chinês que reduz significativamente o risco de hospitalização e morte entre os pacientes. Está solicitando à Food and Drug Administration – FDA, que autorize o medicamento para uso de emergência.
A empresa está na fase final de testes clínicos envolvendo mais de 770 pacientes que estão em risco de desenvolver sintomas graves. Segundo a empresa, aqueles que receberam o medicamento tiveram seu risco de hospitalização e morte diminuido em 89%, em comparação com aqueles que tomaram um placebo.
O diretor científico da Pfizer, Mikael Dolsten, disse achar que este é um dos maiores avanços médicos para um único medicamento em virologia em muito, muito tempo.
No mês passado, a empresa farmacêutica americana Merck pediu à Food and Drug Administration que autorizasse seu próprio medicamento oral. Os reguladores no Reino Unido aprovaram esse na quinta-feira (4). Foi a primeira vez que um comprimido contra o coronavírus chinês foi autorizado por qualquer país.
- Trump encerra visita à China com novos acordos comerciais - 16 de maio de 2026 10:32 am
- Japão aprova projeto que limita recursos em novos julgamentos - 16 de maio de 2026 7:29 am
- México reforça segurança pública para a Copa do Mundo 2026 - 16 de maio de 2026 7:11 am























