H&M corta relações com fornecedor chinês
A fabricante sueca de roupas H&M informa que está cortando laços com um fornecedor chinês por acusações de trabalho forçado por Uighurs na China.
Um instituto de pesquisa australiano emitiu um relatório em março identificando pelo menos 82 empresas ao redor do mundo como beneficiárias diretas ou indiretas de trabalho forçado pelo grupo étnico minoritário.
A H&M disse em uma declaração que estava interrompendo as transações com um produtor chinês de fio, proprietário da fábrica onde os Uighurs estão, alegadamente, sendo forçados a trabalhar.
A empresa também disse que não vai mais comprar algodão da Região Autônoma Xinjiang Uygur da China.
A H&M enfatizou que responderia imediatamente se alguma de suas mais de 1.700 unidades de produção em todo o mundo estivesse ligada ao trabalho forçado.
A administração do presidente americano Donald Trump anunciou na segunda-feira (14), uma proibição da importação de alguns produtos fabricados em Xinjiang, citando alegações de práticas de trabalho forçado.
O governo da China reagiu fortemente ao movimento dos EUA.
- Jogos eletrônicos ajudam idosos a manterem a cognição - 10 de junho de 2026 6:13 am
- Urso é capturado em área residencial de Utsunomiya - 10 de junho de 2026 6:00 am
- Bank of Japan considera elevar juros para conter inflação - 10 de junho de 2026 5:35 am























