Varejistas nos EUA registram queda recorde em abril
As vendas no varejo nos EUA registraram uma queda recorde no mês passado, com os americanos sendo mantidos em casa devido à pandemia do coronavírus chinês.
O Departamento de Comércio disse nesta sexta-feira (15), que as vendas no varejo, em abril, caíram 16,4% em relação ao mês anterior, o maior declínio desde que a coleta de dados começou em 1992.
As vendas de roupas caíram 78%, enquanto os eletrodomésticos e eletrônicos caíram 60%.
A produção industrial americana para abril também teve uma queda histórica. Caiu 11,2% em relação ao mês anterior, a queda mais acentuada desde o início dos registros, em 1919.
Ambos os dados estão intimamente ligados ao aumento do desemprego durante a pandemia.
Alguns meios de comunicação dos EUA dizem que restrições de longo prazo às saídas poderia criar uma tendência entre os consumidores a gastar apenas um mínimo, mesmo depois que a economia se reabra.
Também na sexta-feira, a gigante do varejo norte-americano JCPenney entrou com um pedido de proteção falimentar.
Isto se segue ao colapso, no início deste mês, da varejista de roupas J.Crew e da cadeia de lojas de departamento Neiman Marcus.
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