Naypyidaw, Naypyidaw, Myanmar, 20 de junho de 2026, Xinhua — A líder pró-democracia de Myanmar completou 81 anos de idade na sexta-feira (19) mantida em regime de prisão domiciliar pelo governo apoiado pelos militares. A localização exata onde a conselheira de Estado se encontra retida permanece sob sigilo absoluto, o que tem intensificado a pressão internacional e os apelos globais por sua libertação imediata e incondicional.
A veterana política está privada de sua liberdade desde o golpe de Estado ocorrido em 2021. Sob a administração da junta militar, ela foi formalmente condenada por acusações de corrupção e outros delitos em um processo judicial amplamente questionado por observadores estrangeiros, gerando alertas constantes sobre a deterioração do seu estado de saúde.
A declaração pública foi feita pelo segundo filho da líder política, residente no Reino Unido, que manifestou profunda angústia por não saber onde sua mãe está abrigada ou se dispõe de assistência médica adequada. A transferência do regime fechado para o domiciliar havia sido comunicada oficialmente pelas autoridades locais durante o mês de abril.
O processo eleitoral recente que legitimou a atual composição governamental, contudo, é alvo de duras críticas por parte das Nações Unidas e de diversas nações ocidentais. A legitimidade do pleito é amplamente contestada em virtude da exclusão deliberada e do impedimento legal de todas as candidaturas ligadas aos movimentos pró-democracia do país.
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