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Fuzileiros dos EUA testam sistema HIMARS no Japão

Exercício de alta precisão em Fuji foca em mobilidade rápida para fortalecer a dissuasão militar na região da Ásia

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Gotemba, Shizuoka, Japão, 20 de maio de 2026, Associated Press – Os Fuzileiros Navais dos Estados Unidos realizaram, nesta quarta-feira (20), um treinamento estratégico utilizando o Sistema de Foguetes de Artilharia de Alta Mobilidade, amplamente conhecido como HIMARS. A operação ocorreu na Área de Manobras do Leste de Fuji, coordenada pela Força de Autodefesa Terrestre do Japão, na região central do arquipélago.

Mobilidade e precisão tática

Cerca de 50 militares das tropas estacionadas em Okinawa participaram da manobra. Posicionados de forma estratégica em áreas de mata, os fuzileiros dispararam 12 projéteis durante trinta minutos. O sistema HIMARS é valorizado por sua capacidade de realizar ataques de longa distância com precisão cirúrgica, sendo operado por equipes pequenas e possuindo uma mobilidade que permite rápidas mudanças de posição após o disparo.

Logística e prontidão operacional

Tradicionalmente, os exercícios de tiro com este sistema eram limitados à província de Hokkaido, no norte. No entanto, Fuji consolidou-se como um local de treinamento vital para as forças aliadas. O equipamento foi transportado de Okinawa via navio, provando a viabilidade de uma implantação veloz em diversos pontos do território japonês em caso de emergências reais ou ameaças externas.

O sistema de armas HIMARS é móvel, preciso, fácil de transportar, rápido e leve. Ele representa uma capacidade muito realista que podemos implantar em qualquer lugar da área de operações do Pacífico em conjunto com nossos parceiros japoneses, destacou o Tenente-Coronel Ryan Anness.

Estratégia frente à presença regional

O objetivo central da atividade é aumentar a força de dissuasão regional diante da crescente presença marítima da China e de outros fatores de instabilidade no Indo-Pacífico. A integração entre a tecnologia americana e o suporte logístico japonês reforça a prontidão das forças conjuntas para manter a segurança das rotas comerciais e a estabilidade política na bacia do Pacífico, priorizando a agilidade tática e a cooperação bilateral constante.

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