Seul, Coreia do Sul, 23 de maio de 2026, Yonhap News – A Coreia do Sul deu início oficial à corrida eleitoral para o pleito local agendado para o dia 3 de junho. O período de campanha começou formalmente na quinta-feira (21), marcando a primeira grande consulta popular em nível nacional desde que o presidente Lee Jae Myung assumiu o poder, há cerca de um ano.
Realizadas a cada quatro anos, as eleições decidirão os prefeitos de cidades estratégicas, como a capital Seul e Busan, a segunda maior metrópole do país. Além das prefeituras, os eleitores escolherão governadores provinciais e outros cargos administrativos locais, enquanto eleições suplementares para o Parlamento também ocorrem de forma simultânea.
As eleições em uma sociedade democrática servem para escolher indivíduos competentes e substituir aqueles que não entregam resultados. Em Seul, o debate sobre as políticas imobiliárias tornou-se o centro das atenções entre os candidatos.
O cenário na capital reflete a polarização política do país. Um novo candidato do Partido Democrata (liberal), que apoia o governo Lee, tem focado suas críticas na gestão imobiliária da cidade. Por outro lado, o atual prefeito de Seul, representante do oposicionista Partido do Poder Popular (conservador), aponta falhas na administração central e convoca os eleitores a cobrarem responsabilidade de um governo que, segundo ele, tem dificultado a vida dos cidadãos.
As eleições são amplamente posicionadas como um termômetro para a administração Lee Jae Myung, que completará seu primeiro aniversário de mandato exatamente um dia após a votação. Atualmente, as pesquisas de opinião mostram um cenário favorável ao presidente, com índices de aprovação superiores a 60%.
O grande foco deste pleito é observar se o partido governista conseguirá consolidar um apoio abrangente em todo o território ou se as forças de oposição conseguirão recuperar o terreno perdido nas últimas disputas federais.
Com o início das atividades de rua e debates televisivos, a expectativa é de que o engajamento cívico aumente significativamente até o dia 3 de junho. O resultado será decisivo para a estabilidade política e para a capacidade do governo de implementar suas reformas estruturais no restante do mandato.
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