Quioto, Japão, 16 de abril de 2026, Kyodo News – Em um desdobramento impactante que encerra semanas de incertezas, Adachi Yuuki, de 37 anos, confessou às autoridades ter matado seu próprio filho, um menino de 11 anos. O caso, que vinha sendo acompanhado com apreensão pela comunidade local, tomou um rumo definitivo nesta quinta-feira (16), quando o suspeito foi formalmente encaminhado aos promotores públicos após admitir a autoria do crime.
Adachi Yuuki havia sido preso nas primeiras horas desta quinta-feira sob a suspeita inicial de ocultação e abandono de cadáver. O corpo da criança, identificada como Adachi Yuki, foi localizado na última segunda-feira (13) em uma densa área arborizada na cidade de Nantan. O menino estava desaparecido desde o final do mês de março, quando o próprio pai relatou o sumiço às autoridades.
“Fontes ligadas à investigação revelaram que o pai admitiu ter transportado e movido o corpo do filho por diversas vezes entre o final de março e o momento da descoberta na floresta. A polícia trabalha agora com a convicção de que ele é o único responsável pelo ocorrido.”
Para solucionar o caso, a Polícia de Quioto estabeleceu uma sede especial de investigação. O avanço das diligências foi possível graças a uma análise minuciosa de imagens de câmeras de segurança e à coleta de depoimentos que contradiziam a versão inicial apresentada pelo pai, que afirmava ter visto o filho pela última vez ao deixá-lo na escola primária.
Os resultados preliminares da autópsia indicam que a morte de Adachi Yuki ocorreu aproximadamente na mesma época em que seu desaparecimento foi registrado. O laudo pericial, no entanto, aprofunda o mistério sobre o método utilizado no crime, uma vez que o corpo não apresentava sinais óbvios de violência externa.
“Os peritos criminais não encontraram ferimentos visíveis, como marcas de cortes ou perfurações por faca. Além disso, as roupas da vítima estavam intactas, sem rasgos significativos, o que leva a polícia a investigar outras causas de morte, como asfixia ou intoxicação.”
Com a confissão de Adachi Yuuki, as autoridades buscam agora entender a motivação por trás do ato. O caso gerou uma onda de consternação em Quioto, especialmente entre os colegas de escola e vizinhos da família, que esperavam por um desfecho diferente para as buscas iniciadas há quase três semanas. O processo judicial deve seguir para os tribunais nos próximos meses, enquanto a polícia finaliza a reconstituição cronológica dos fatos.
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