Tel Aviv, Israel, 25 de abril de 2026, The Jerusalem Post – O Ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou nesta quinta-feira (23) que o país está plenamente preparado para retomar as operações militares contra o Irã. Segundo o ministro, as forças israelenses aguardam apenas um “sinal verde” dos Estados Unidos para dar início a uma nova ofensiva, que promete ser mais intensa do que as anteriores.
Em uma declaração em vídeo, Katz enfatizou que o exército de Israel concluiu os preparativos tanto para defesa quanto para ataque, com todos os alvos estratégicos devidamente mapeados. O objetivo central desta nova fase do conflito seria a eliminação definitiva da dinastia Khamenei, após a morte do ex-Líder Supremo, Aiatolá Ali Khamenei, em um ataque prévio, e a recente nomeação de seu filho como sucessor.
“Desta vez, o ataque será diferente, fatal e desferirá golpes devastadores nos locais mais sensíveis”, alertou Israel Katz, acrescentando que as ofensivas visam “abalar e colapsar” as fundações do regime iraniano.
A declaração ocorre em um momento de fragilidade diplomática, logo após o exército israelense ter anunciado a interrupção das investidas contra o território iraniano em decorrência de um acordo de cessar-fogo mediado entre Washington e Teerã. A disposição de Israel em quebrar esse hiato sinaliza uma insatisfação com os termos atuais da trégua e uma busca por uma solução militar definitiva.
Analistas apontam que a retórica agressiva de Katz coloca pressão direta sobre a administração americana, que tenta equilibrar o apoio ao seu principal aliado no Oriente Médio com o desejo de evitar uma escalada regional de grandes proporções. A menção a alvos sensíveis sugere que infraestruturas críticas e centros de comando político estão na mira imediata de Tel Aviv.
“Estamos prontos para agir a qualquer momento. A segurança de Israel depende da neutralização total das ameaças externas que buscam nossa destruição”, reiterou o comando militar.
Enquanto aguardam a posição oficial da Casa Branca, as tropas israelenses permanecem em estado de prontidão máxima. A comunidade internacional observa com apreensão o desenrolar dos fatos, temendo que a retomada das hostilidades encerre qualquer chance de uma resolução diplomática estável para o conflito na região.
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