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Trump assina acordo com Japão e reduz tarifas

Novo pacto comercial entre EUA e Japão estabelece tarifa de 15% para carros japoneses

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Washington, D.C., Estados Unidos — 5 de setembro de 2025, Associated Press – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que oficializa o novo acordo comercial entre os EUA e o Japão, estabelecendo uma tarifa de 15% sobre a importação de automóveis japoneses. A medida representa uma redução significativa em relação à tarifa de 25% que estava prevista para entrar em vigor no início de agosto.

Segundo o comunicado da Casa Branca, o pacto visa equilibrar a balança comercial entre os dois países e fortalecer a indústria americana. O Japão, por sua vez, se comprometeu a ampliar a abertura de seu mercado para produtos agrícolas e industriais dos EUA, além de investir US$ 550 bilhões na economia americana.

“Este é talvez o maior acordo já firmado entre duas nações. Ele garante empregos, investimentos e justiça comercial para os americanos”, declarou Trump.

O primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba, também celebrou o acordo, destacando que ele foi construído com base nos interesses nacionais de ambos os países. A Bolsa de Valores de Tóquio reagiu positivamente ao anúncio, com alta de 3,5% no índice Nikkei, impulsionada pelas ações de montadoras como Toyota e Honda.

Além dos automóveis, o acordo contempla setores como aeroespacial, farmacêutico e recursos naturais. O Japão também se comprometeu a importar caminhões, arroz e outros produtos agrícolas americanos, ampliando o acesso ao seu mercado interno.

“Com os interesses nacionais em mente, conseguimos chegar a um entendimento que beneficia ambos os lados”, afirmou Ishiba.

O pacto é visto como uma resposta estratégica às tensões comerciais globais e ao déficit comercial dos EUA com o Japão, que ultrapassou US$ 68 bilhões em 2024. A expectativa é que a nova estrutura tarifária impulsione a produção americana e reduza a dependência de importações em setores-chave.

Com a assinatura da ordem executiva, o acordo entra em vigor imediatamente, marcando uma nova fase nas relações comerciais entre as duas potências econômicas.

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