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Oposição japonesa une forças por reforma de fundos políticos

Partidos buscam revisar lei de controle de fundos até fim do ano

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Tóquio, Japão, 6 de novembro de 2024, Kyodo News – Os líderes dos dois principais partidos de oposição do Japão anunciaram hoje um acordo para trabalhar em conjunto na revisão da lei de controle de fundos políticos até o final deste ano, visando acelerar as reformas políticas no país.

Yoshihiko Noda, presidente do maior partido de oposição, o Partido Democrático Constitucional do Japão (CDP), reuniu-se com seu homólogo do Partido Democrático pelo Povo (DPP), Yuichiro Tamaki, acompanhados de seus respectivos secretários-gerais.

O encontro ocorre após as eleições para a Câmara Baixa no mês passado, onde o partido de Tamaki quadruplicou seu número de assentos e o partido de Noda obteve ganhos significativos, enquanto a coalizão governista do Partido Liberal Democrata (LDP) e Komeito perdeu a maioria.

Noda e Tamaki concordaram em unir esforços para revelar fatos sobre o escândalo de fundos políticos envolvendo o LDP e revisar a lei de controle de fundos políticos, incluindo a abolição dos fundos de atividade política, ainda este ano.

Os líderes também acertaram que, com vistas às eleições para a Câmara Alta em 2025, seus partidos discutirão políticas básicas sobre segurança nacional, energia e Constituição, levando em consideração as opiniões da Confederação Japonesa de Sindicatos (Rengo), o maior grupo trabalhista do país, que apoia ambos os partidos.

Noda expressou sua intenção de cooperar com o DPP para implementar políticas que elevem o atual limite anual de renda de 1,03 milhão de ienes (cerca de R$ 34 mil), a partir do qual os trabalhadores começam a pagar imposto de renda. O chamado “muro de 1,03 milhão de ienes” é considerado um fator que desencoraja muitos trabalhadores em tempo parcial a aumentarem suas horas de trabalho.

Noda expressou sua intenção de cooperar com o DPP para implementar políticas que elevem o atual limite anual de renda de 1,03 milhão de ienes (cerca de R$ 34 mil), a partir do qual os trabalhadores começam a pagar imposto de renda. O chamado “muro de 1,03 milhão de ienes” é considerado um fator que desencoraja muitos trabalhadores em tempo parcial a aumentarem suas horas de trabalho.

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