O governo da Bolívia decidiu romper relações diplomáticas com Israel, explicitando seu apoio ao grupo terrorista Hamas, condenando o avanço da operação militar do Estado judeu na Faixa de Gaza.
A ministra da Presidência da Bolívia, Maria Nela Prada, disse em um comunicado que seu país exige o fim dos ataques a Gaza, que “até agora causaram milhares de mortes de civis e o deslocamento forçado de palestinos”.
Ela também disse que o governo buscará sanções contra os responsáveis pelos “crimes de guerra contra os palestinos”. Quanto aos crimes de guerra e assassinatos cometidos pelo Hamas, nada foi dito.
A ministra acrescentou que a Bolívia planeja enviar suprimentos de ajuda a Gaza.
Em 2009, o então presidente boliviano Evo Morales rompeu relações diplomáticas com Israel para protestar contra um ataque a Gaza.
Morales era um líder de esquerda que adotou uma postura antiamericana. Um governo interino de direita restabeleceu os laços com Israel em 2020.
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