Segundo a NHK, um painel de especialistas do Ministério da Saúde do Japão decidirá no final deste mês se aprovará um novo medicamento para tratar a doença de Alzheimer.
Se aprovado, isso abrirá caminho para a produção e venda no Japão do primeiro medicamento que remove a proteína anormal que causa a doença neurodegenerativa.
Fontes disseram à NHK que o ministério convocará o painel em 21 de agosto para discutir a aprovação do lecanemab, desenvolvido em conjunto pela empresa farmacêutica japonesa Eisai e sua parceira americana Biogen.
O medicamento foi projetado para retardar a progressão da doença, reduzindo o acúmulo de beta amiloide no cérebro dos pacientes com Alzheimer.
A Eisai afirma que o medicamento reduziu a taxa de declínio cognitivo dos pacientes em 27% em comparação com um placebo em um estudo clínico.
A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA aprovou totalmente o lecanemab em julho.
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