Um tribunal paquistanês condenou o ex-primeiro-ministro Imran Khan a três anos de prisão por corrupção.
Ele foi detido pela polícia logo após o anúncio da sentença.
Alega-se que, enquanto estava no cargo, Khan recebeu presentes de funcionários de governos estrangeiros e os vendeu.
Ele foi indiciado em maio por não ter informado com precisão as vendas. Ele negou as acusações. Seu advogado disse que recorrerá a um tribunal superior.
Khan foi levado sob custódia em maio por uma acusação de corrupção separada. Mais tarde, um tribunal emitiu uma ordem para sua libertação.
Ele foi forçado a renunciar em abril do ano passado, depois de perder um voto de desconfiança. No entanto, continua sendo a principal figura da oposição e tem grande influência na política do país. Há uma insatisfação pública generalizada com a forma como o atual governo lida com a turbulência econômica em curso.
No entanto, a sentença de prisão pode impedi-lo de concorrer nas próximas eleições nacionais, que devem ser realizadas já no outono.
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