As armas americanas deixadas para trás no Afeganistão estão representando novas ameaças à segurança regional, dois anos após a retirada das últimas tropas dos EUA do país.
Os Estados Unidos concluíram sua retirada em 30 de agosto de 2021, encerrando uma missão de quase 20 anos apelidada de “a guerra mais longa dos Estados Unidos”.
O Talibã instaurou um governo provisório e, desde então, está no comando da segurança do país. Eles estão intensificando sua repressão ao grupo terrorista Estado Islâmico, que tem realizado repetidos ataques.
As Nações Unidas afirmam que o número de vítimas civis devido ao terrorismo está diminuindo. Mas também ressalta que os ataques a bomba contra minorias étnicas continuam.
As autoridades de segurança do vizinho Paquistão suspeitam que parte das armas, no valor de US$ 7,2 bilhões, fornecidas pelos EUA ao antigo governo afegão tenha caído nas mãos de grupos extremistas em seu país. As autoridades dizem que os grupos, que se acredita terem laços estreitos com o Talibã, estão usando as armas para ataques terroristas.
Um relatório de um grupo de estudos no Paquistão mostra que o número de ataques terroristas no país, de janeiro a junho, aumentou 79% em relação ao ano anterior, levantando preocupações sobre a instabilidade regional.
- Programa O Sul em Cima, edição 16/2026, destaca Lia de Itamaracá, Daúde, Carol Pedroso e Suraras do Tapajós - 3 de julho de 2026 10:39 am
- Dinamarca endurece leis contra imigração islâmica radical - 3 de julho de 2026 6:47 am
- Baixas russas na Ucrânia chegam a 1,4 milhão, diz estudo - 3 de julho de 2026 6:40 am























