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Embaixador da Coréia do Norte critica EUA, na reunião do Conselho de Segurança da ONU, sobre o lançamento de mísseis de Pyongyang

O embaixador da Coreia do Norte nas Nações Unidas participou de uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, pela primeira vez em cerca de seis anos, e defendeu o último teste de Pyongyang, que diz ter sido um míssil balístico intercontinental.

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O embaixador da Coreia do Norte nas Nações Unidas participou de uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, pela primeira vez em cerca de seis anos, e defendeu o último teste de Pyongyang, que diz ter sido um míssil balístico intercontinental.

A reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU foi realizada na quinta-feira (13), para discutir o lançamento de quarta-feira (12).

O representante permanente da Coreia do Norte na ONU, Kim Song, criticou os Estados Unidos por aumentar a tensão regional. Foi a primeira aparição do enviado do Norte em uma reunião do Conselho de Segurança sobre o país, desde dezembro de 2017.

Alguns membros do conselho condenaram o lançamento, dizendo que ele violou as resoluções do CSNU.

A representante permanente adjunta do Japão na ONU, Shino Mitsuko, disse que a Coreia do Norte promoveu o desenvolvimento ilegal de armas de destruição em massa ao fazer uso máximo do silêncio do conselho. Com essa observação, ela, aparentemente, condenou a China e a Rússia, dois membros do conselho com poder de veto que defenderam o Norte.

Jeffrey DeLaurentis, representante adjunto interino dos EUA na ONU, disse que os membros do conselho “todos têm o mandato e a responsabilidade de confrontar “o “desenvolvimento ilegal e injustificável de mísseis balísticos e armas de destruição em massa” da Coreia do Norte. Ele pediu aos membros que tratassem do assunto de forma unânime.

O enviado norte-coreano reagiu dizendo que os EUA e seus seguidores estão realizando provocações militares mais do que nunca. Ele acrescentou que a Península Coreana enfrentou uma ameaça nuclear maior do que a da época da Guerra Fria. Ele repetiu a opinião de Pyongyang de que o lançamento do míssil foi um exercício de seu direito à autodefesa.

O embaixador da China na ONU, Zhang Jun, mostrou, novamente, a posição do país de defender o Norte. Ele condenou os EUA e a Coreia do Sul por aumentarem a tensão na Península Coreana por meio de seus exercícios militares conjuntos.

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