A sexta-feira (30), marca três anos desde que a lei de segurança nacional imposta pela China para Hong Kong entrou em vigor, projetada para reprimir movimentos antigovernamentais.
A legislação entrou em vigor em 30 de junho de 2020, cerca de um ano após a eclosão de protestos massivos de dissidentes em Hong Kong.
De acordo com a nova lei, políticos e ativistas pró-democracia foram presos, e manifestações contra o governo foram proibidas.
As pessoas foram acusadas se suas palavras ou mensagens on-line forem consideradas como fomentadoras de ódio contra o governo ou instigadoras da independência de Hong Kong.
Em março, uma mulher foi presa em Hong Kong quando retornou, brevemente, do Japão, onde estava estudando. Ela teria postado mensagens on-line incitando a independência de Hong Kong.
A mídia local disse que esse foi o primeiro caso em que a lei foi aplicada a atividades fora de Hong Kong.
O governo de Hong Kong está pedindo aos residentes que denunciem às autoridades quaisquer possíveis violações da lei.
A polícia de lá afirma ter recebido mais de 500.000 denúncias do público.
Acredita-se que as restrições mais rígidas à liberdade de expressão tenham contribuído em parte para o êxodo das pessoas do território. O governo de Hong Kong afirma que cerca de 60.000 cidadãos partiram para trabalhar ou estudar no exterior somente em 2022.
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