Polônia reforçará as defesas em meio à invasão russa da Ucrânia
A Polônia, membro da OTAN, decidiu fortalecer suas capacidades de defesa diante da invasão russa da Ucrânia.
O governo está decidido a aumentar as despesas de defesa para 3% do produto interno bruto, no ano fiscal de 2023. A OTAN estabelece uma meta de 2% para os Estados membros.
A Polônia também planeja duplicar o número de tropas em suas forças armadas para 250.000 até 2035, acima dos cerca de 110.000 atualmente.
Mas sem um sistema de alistamento, alguns especialistas dizem que a Polônia terá dificuldades para se expandir a esse ponto.
Se o plano for alcançado, o país terá um dos maiores contingentes militares da Europa, maior até mesmo do que os da França e da Alemanha.
O governo polonês está, atualmente, conduzindo exercícios militares em todo o país, e os cidadãos têm permissão para participar. O movimento é visto como uma tentativa de aumentar o interesse das pessoas em aderir, e também aliviar as preocupações com a segurança.
O professor assistente Robert Czulda da Universidade de Lodz, diz que a invasão da Rússia facilitou a obtenção de apoio público para o fortalecimento da defesa nacional.
Ele diz que os exercícios podem não resultar em milhares de novos militares, mas algumas pessoas que participam podem encorajar seus filhos e amigos a se juntarem a eles.
Um grupo de reflexão polonês realizou uma pesquisa com mais de 1.000 pessoas, com 18 anos ou mais, nos primeiros dias da invasão russa. Sessenta e seis por cento disseram que querem estar envolvidos na defesa nacional, enquanto 34 por cento disseram que não querem.
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