Aliados comprometem-se a prestar mais ajuda à Ucrânia
As autoridades do Pentágono consideram o impulso russo através da Ucrânia oriental como um prelúdio para uma ofensiva muito maior. O Presidente dos EUA, Joe Biden, reuniu-se on-line com os aliados na terça-feira (19), para discutir sanções mais duras e um maior apoio à Ucrânia.
Líderes do Grupo das 7 nações, a OTAN e a União Européia aderiram ao chamado. Autoridades britânicas disseram que esta etapa do conflito “poderia durar vários meses”. Ainda assim, os aliados estão relutantes em intervir diretamente.
O chanceler alemão, Olaf Scholz, disse que a Ucrânia continuaria a receber seu total apoio. Mas ele disse que é seu dever impedir que a guerra se espalhe para outros países.
Scholz disse que seu país forneceria mais assistência financeira para que os ucranianos pudessem comprar mais armas. Funcionários dos EUA e do Reino Unido disseram que forneceriam mais artilharia.
O primeiro-ministro japonês, Kishida Fumio, disse que seu governo vai aumentar os empréstimos em 300 milhões de dólares. O Japão enviará drones de vigilância e fornecerá máscaras e outros equipamentos para proteger os ucranianos no caso de um ataque com armas químicas.
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