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Japão e Reino Unido estudam futuro motor a jato de caça

O Japão e Reino Unido iniciarão um estudo conjunto no próximo mês para desenvolver o motor de um novo avião de caça para substituir a aeronave F-2 da Força Aérea Japonesa de Autodefesa.

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Japão e Reino Unido estudam futuro motor a jato de caça

O Japão e Reino Unido iniciarão um estudo conjunto no próximo mês para desenvolver o motor de um novo avião de caça para substituir a aeronave F-2 da Força Aérea Japonesa de Autodefesa.

O Ministério da Defesa do Japão planeja que empresas nacionais tomem a iniciativa no projeto de desenvolver o caça. A empresa japonesa IHI Corporation está comissionada para desenvolver o motor.

A IHI e a britânica Rolls-Royce desenvolverão em conjunto um motor de demonstração, já que esta é a primeira vez em mais de 40 anos que as empresas japonesas lideram o desenvolvimento de caças a jato.

O Ministro da Defesa japonês Kishi Nobuo e o Secretário de Defesa britânico Ben Wallace concordaram em julho em acelerar as conversações sobre a cooperação no desenvolvimento do motor.

O Ministério da Defesa do Japão informa que o estudo conjunto com o Reino Unido ajudará a reduzir o custo do desenvolvimento, o que requer tecnologias avançadas, e reduzir os riscos.

A Mitsubishi Heavy Industries está supervisionando o projeto e irá desenvolver a fuselagem. A empresa receberá suporte técnico da fabricante americana Lockheed Martin.

Funcionários do governo japonês planejam reservar cerca de 750 milhões de dólares no próximo ano fiscal para desenvolver o novo jato de caça.

As aeronaves F-2 estão programadas para serem reformadas a partir de 2035. O Ministério da Defesa espera implantar o sucessor até essa data.

O Secretário da Defesa Wallace emitiu um comentário. Ele disse: “O fortalecimento de nossas parcerias no Indo-Pacífico é uma prioridade estratégica e este compromisso com o Japão, um de nossos parceiros de segurança mais próximos na Ásia, é um claro exemplo disso”.

Ele também disse: “Com base nas forças tecnológicas e industriais de nossos dois países, estaremos explorando uma ampla parceria entre as tecnologias aéreas de combate da próxima geração”.

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