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Pedras-pome podem afetar usinas nuckeares no Japão

O regulador nuclear japonês informa que um grande número de pedras-pomes à deriva, nas águas do sudoeste do país, poderia afetar as usinas nucleares nacionais.

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Pedras-pome podem afetar usinas nuckeares no Japão

O regulador nuclear japonês informa que um grande número de pedras-pomes à deriva, nas águas do sudoeste do país, poderia afetar as usinas nucleares nacionais.

Ishiwatari Akira, membro da Autoridade de Regulamentação Nuclear, disse numa reunião periódica, nesta quarta-feira (27), que as pedras podem afetar a entrada de água utilizada para resfriamento de reatores nucleares.

As pedras-pome estão sendo levadas em terra, na costa da Prefeitura de Okinawa e na região de Amami da Prefeitura de Kagoshima. Elas vêm de uma erupção vulcânica submarina perto da cadeia da ilha de Ogasawara no Oceano Pacífico, em agosto.

Ishiwatari disse que as pedras, provavelmente, virão à ilha principal do Japão, Honshu, e pediu aos funcionários que estivessem preparados.

A autoridade relata que as pedras-pome acumulada e outros objetos podem entupir o equipamento de entrada de água do mar para resfriar os reatores nucleares.

Ela planeja avaliar o impacto das pedras à medida que a situação se desenvolve e ver como está sendo tratada pelos operadores das usinas nucleares.

Oficiais da Autoridade de Regulamentação Nuclear já haviam abordado o impacto das pedras-pome quando discutiram os impactos gerais dos vulcões nas usinas nucleares.

Eles dizem que uma das maneiras eficazes de se livrar da pedra-pomes é a medida que está sendo tomada em cada usina para remover a água-viva no caso de uma praga. Eles também dizem que a instalação de cercas em frente ao equipamento de entrada de água pode funcionar.

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