China diz que não permitirá segunda investigação sobre origem do vírus chinês
Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês reiterou a objeção de seu país ao plano da Organização Mundial da Saúde – OMS, de realizar mais investigações na China sobre as origens do coronavírus chinês.
Zhao Lijian discutiu o assunto na quinta-feira (29), após a manifestação de apoio do Secretário de Estado norte-americano Antony Blinken ao plano da OMS na quarta-feira (28).
Zhao apontou que uma equipe de especialistas da OMS conduziu um estudo em Wuhan no início deste ano e divulgou um relatório em março.
Ele disse que, desde então, a China instruiu suas agências e cientistas relevantes a verificar quaisquer informações adicionais que possam ser necessárias. Ele enfatizou que o relatório da OMS em março já chegou a uma conclusão clara, o que exclui a necessidade de realizar mais investigações.
Zhao ressaltou que existe a possibilidade de que o vírus tenha escapado de fato de um laboratório nos Estados Unidos.
Ele disse que se os Estados Unidos realmente apoiam os esforços da OMS para identificar as origens do vírus chinês, os americanos deveriam aceitar uma equipe da OMS em seu próprio país.
No início deste mês, a OMS anunciou seus planos para conduzir o que ela chama de “segunda fase” na China sobre as origens do coronavírus chinês.
- FIFA anula suspensão de atacante dos EUA após apelo de Trump - 6 de julho de 2026 5:45 pm
- Líderes empresariais de Kansai planejam visita à China - 6 de julho de 2026 5:24 pm
- Estudante de 15 anos é preso por ciberataques em Tóquio - 6 de julho de 2026 5:17 pm






















