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Casos de sarampo no Japão passam de 360 e acendem alerta

Aumento na velocidade de infecção supera total de 2025 e médicos reforçam a necessidade urgente de vacinação

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Kawasaki, Kanagawa, Japão, 29 de abril de 2026, Kyodo News – O Japão registra um aumento preocupante nos casos de sarampo, avançando no ritmo mais rápido observado desde o ano de 2020. O sarampo é um vírus altamente contagioso que se propaga pelo ar, além de gotículas de água e contato físico. Casos graves podem levar ao óbito, apresentando sintomas como febre, tosse e erupções cutâneas características.

De acordo com dados recentes, foram relatados 57 novos casos apenas durante a semana que se encerrou no domingo (19). Com essa atualização, o número total de infecções registradas este ano subiu para 362, superando oficialmente o acumulado de todo o ano passado, que foi de 265 casos. Estimativas apontam que cerca de 70% dos pacientes foram infectados dentro do próprio país.

“As vacinas podem prevenir infecções, atenuar os sintomas e reduzir drasticamente o risco de propagação da doença na comunidade”, afirma o especialista Okabe Nobuhiko.

Embora o sarampo tenha sido declarado eliminado no Japão anteriormente, presume-se que os surtos atuais tenham sido desencadeados por indivíduos que trouxeram o vírus do exterior. Especialistas em saúde pública reforçam que as crianças devem receber obrigatoriamente as duas doses da vacina: a primeira ao completar um ano de idade e a segunda antes de ingressarem na escola primária.

O alerta também se estende aos adultos, que devem confirmar se possuem o esquema vacinal completo. A preocupação central reside na proteção de bebês e crianças pequenas que ainda não completaram a idade mínima para a imunização, pois estes podem desenvolver complicações graves ou sofrer sequelas duradouras caso sejam infectados.

O aumento súbito de casos nativos indica que a circulação do vírus está ativa, exigindo uma resposta rápida da população para evitar um surto de maiores proporções.

Autoridades sanitárias continuam monitorando os focos de infecção e pedem que qualquer pessoa que apresente os sintomas procure orientação médica imediata, evitando o contato com terceiros em salas de espera de hospitais para conter a cadeia de transmissão.

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