Manifestantes de volta às ruas na Tailândia
Manifestantes anti-governamentais na Tailândia organizaram sua primeira manifestação em vários meses para exigir a demissão do primeiro-ministro, Prayut Chan-o-cha.
A polícia informou que cerca de 700 pessoas se reuniram na capital Bangkok nesta quinta-feira (24). Eles criticaram a resposta do governo à pandemia do coronavírus chinês, dizendo que ela levou a uma desaceleração econômica.
A manifestação foi planejado por estudantes e outros ativistas no aniversário da revolução de 1932, que levou a uma mudança de uma monarquia absoluta para uma constitucional.
As manifestações anti-governamentais começaram a surgir em julho do ano passado. Os manifestantes exigiram a renúncia de Prayut, um ex-general do exército, bem como a reforma da monarquia.
Mas os protestos diminuíram quando as autoridades reprimiram, aplicando a lei lese-majeste e o impacto da pandemia do coronavírus chinês se tornou mais grave. Reuniões de mais de 50 pessoas foram proibidas em Bangkok.
Um dos manifestantes criticou o atraso nas vacinações e classificou as medidas econômicas do governo de inadequadas, dizendo que as pessoas morrerão se ficarem em casa sem protestar.
Uma estudante de 19 anos de idade exortou o governo a garantir o fornecimento de vacinas suficientes para reanimar a economia. Ela disse que quer que as manifestações continuem.
Outro jovem palestrante disse que a Tailândia não pode mudar sem a reforma da monarquia.
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