China recusa a liberação de estudioso sediado no Japão
O Ministério das Relações Exteriores da China descartou os pedidos de libertação de um estudioso chinês que está preso sob suspeita de espionagem para o Japão.
Yuan Keqin, ex-professor da Universidade de Educação de Hokkaido, no Japão, foi detido em maio de 2019, quando estava na China para um retorno temporário para casa.
Sua família e colegas pesquisadores dizem que ele é inocente e pedem sua libertação imediata.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Zhao Lijian, disse aos repórteres na quarta-feira (26), que Yuan é um cidadão chinês, mas esteve por muito tempo envolvido em espionagem a pedido da agência de inteligência do Japão.
Zhao disse que Yuan admitiu ter cometido tal crime e que há provas concretas. O oficial disse que Yuan já foi indiciado e que está atualmente em julgamento.
Zhao disse que quer perguntar às pessoas que mantêm a inocência de Yuan se elas não sabem do fato ou estão apenas fingindo não saber do fato.
Ele disse que a China é um país governado por lei, e qualquer um que prejudique a segurança do Estado deve ser punido com base nas leis.
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