Pelo menos mais 20 mortos pelas forças de segurança de Myanmar
Pelo menos mais 20 manifestantes anti-golpe em Myanmar foram mortos a tiros pelas forças de segurança, enquanto os militares declararam lei marcial em algumas áreas da maior cidade do país, Yangon.
A mídia local informa que as forças de segurança abriram fogo contra manifestantes em Yangon, a cidade central de Bago, e em outros lugares no domingo (14).
Acredita-se que o número de mortos, desde o início das manifestações no mês passado, exceda 100. Estão incluídas pelo menos 70 mortes anunciadas na quinta-feira (11), por um investigador independente da ONU, e pelo menos 10 mortes no sábado (13).
Na noite de domingo (14), a lei marcial foi imposta no distrito de Hlaingthaya e em outros lugares de Yangon, depois que as forças de segurança começaram a reprimir os manifestantes, e várias fábricas de roupas pegaram fogo.
Em áreas sob a lei marcial, a autoridade judicial foi transferida para o comandante militar. Isto indica a prontidão dos militares para impor medidas de repressão, o que antes tinha sido feito, principalmente, pela polícia.
Um grupo que inclui legisladores do partido político de Aung San Suu Kyi emitiu uma declaração no sábado (13), dizendo que chegou a hora de todos os irmãos étnicos darem as mãos “para acabar de vez com a ditadura”.
Aung San Suu Kyi ainda está sendo detida pelos militares.
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