Protestos anti-racismo se espalham a partir dos EUA
Os protestos anti-racistas que irromperam nos Estados Unidos após a morte de um negro sob custódia policial se espalharam por outros países.
Na Austrália, a mídia local noticiou que dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas ou se reuniram em várias cidades em protesto contra a discriminação racial no sábado (5).
A polícia na cidade australiana de Adelaide permitiu que organizadores realizassem a manifestação apesar das restrições a grandes reuniões impostas para impedir a propagação do coronavírus chinês. A polícia disse que as pessoas deveriam ter o direito de protestar em assuntos significativos.
Em Brisbane, na costa leste, mais de 10 mil pessoas participaram de um comício, segurando cartazes que diziam “Vidas negras são importantes – Black lives matter”.
Os manifestantes também exigiram o fim da discriminação contra os aborígines indígenas do país.
Em Seul, na Coreia do Sul, um grupo de dezenas de pessoas com roupas e máscaras pretas se manifestou, segurando cartazes que denunciavam a discriminação racial e conclamavam as pessoas a se unirem.
Os participantes se ajoelharam e rezaram por George Floyd, que morreu após um policial branco se ajoelhar no pescoço, em Minneapolis, Minnesota.
No Japão, um comício anti-racismo foi realizado em Tóquio no sábado e uma marcha está marcada para o domingo, na cidade de Osaka.
Os organizadores estão convocando as pessoas a usar máscaras faciais e tomar outras medidas preventivas durante o evento.
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