Israel flexibiliza as restrições do coronavírus chinês
Shoppings centers e mercados ao ar livre reabriram em Israel, onde o governo declarou que a primeira onda do surto de coronavírus chinês acabou.
As lojas, excluindo restaurantes, retomaram as operações na quinta-feira (7), três dias após as restrições de permanência em casa terem sido suspensas pela primeira vez em quase dois meses.
Em um mercado no centro de Jerusalém, o terreno foi marcado para garantir que os clientes mantivessem distância dos vendedores. Os clientes tiveram suas temperaturas verificadas na entrada, conforme necessário.
Israel tem visto o número de infecções diárias pairando em torno de 50 nos últimos dias. O total de casos chega a mais de 16.000, com 239 mortes.
O governo israelense diz que as restrições voltarão se uma nova onda de infecções ocorrer.
O governo define um surto como mais de 100 novas infecções diárias, a duplicação de casos em 10 dias, e mais de 250 pacientes em estado grave.
A taxa de desemprego em Israel chegou a 26%, em parte devido aos efeitos das duras regras de distanciamento social. O governo está tentando dar o pontapé inicial na economia e ao mesmo tempo evitar um ressurgimento dos casos.
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