Terrorista Cesare Battisti confessa o assassinato de 4 pessoas
O terrorista Cesare Battisti, refugiado no Brasil e defendido pelo ex-presidente Luis Inacio Lula da Silva, confessou o assassinato de 4 pessoas nos anos 70, pedindo desculpas por suas ações.
O ex-líder do Pac, preso em janeiro último em Santa Cruz, na Bolívia, foi transferido para a Itália e interrogado na sexta-feira (22) e sábado (23) pelo promotor Alberto Nobili e pela chefe do Digos Antiterrorismo, Cristina Villa, na prisão de Oristano, na presença de seu advogado Davide Steccanella.
Battisti admitiu ter participado de dois assassinatos do qual foi o executor material e os outros dois pelos quais era reconhecido como diretor.
“Para ele, na época, era uma guerra justa, agora ele percebe a loucura dos primeiros anos”. Isso foi explicado em uma entrevista coletiva por Alberto Nobili, chefe de contraterrorismo de Milão que, entre sábado e domingo, interrogou Cesare Battisti.
Nobili especificou que Battisti “não quis colaborar” e “não acusou outras pessoas” e, portanto, tecnicamente “não é um arrependido”. Ele apenas considerou “deixar as coisas claras ao dar um julgamento crítico de seu passado”.
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