Carlos Ghosn afirma que o acordo de pagamento foi legal.
O ex-presidente da Nissan Motor, Carlos Ghosn, está negando as alegações de má conduta financeira, dizendo ter pedido que os pagamentos pós-aposentadoria em questão fossem feitos legalmente.
Ghosn e o ex-diretor representante da Nissan, Greg Kelly, foram presos sob suspeita de subestimar a remuneração de Ghosn nos relatórios de valores mobiliários da empresa, violando a Lei de Instrumentos Financeiros e Câmbio.
Fontes dizem que Ghosn havia trocado documentos com a Nissan, fixando seu salário anual em cerca de 18 milhões de dólares.
Mas ele, supostamente, instruiu Kelly a contabilizar cerca de metade desse valor em relatórios de valores mobiliários, e organizou para receber a diferença entre a quantia relatada e a compensação prometida após sua aposentadoria.
Ghosn admitiu o acordo, mas está contando aos investigadores que ele pediu a Kelly, um advogado, para resolver as coisas legalmente.
Ele afirma que Kelly garantiu que o acordo era legal. Ghosn está negando que estivesse ciente de qualquer crime.
Os promotores de Tóquio, aparentemente, julgaram que os pagamentos pós-aposentadoria devem ser contabilizados em relatórios de valores mobiliários.
Ghosn está na Casa de Detenção de Tóquio. Informes relatam que ele está comendo bem e sem problemas de saúde.
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