Hong Kong marca 21º aniversário do retorno para a China.
Este domingo (1º), marca 21 anos desde que Hong Kong retornou à China, do domínio britânico. O líder do governo do território prometeu defender o princípio de “um país, dois sistemas” que foi adotado no momento da reversão.
A executiva-chefe de Hong Kong, Carrie Lam, disse em uma cerimônia para o 21º aniversário que as medidas que ameaçam a fundação do Estado nunca serão toleradas.
Ela também disse que Hong Kong aproveitará os méritos dos “dois sistemas”. Ela indicou que o território visa a expansão econômica, junto com Macau e a província chinesa de Guangdong, formando uma zona econômica com as regiões.
Há preocupações crescentes de que a autonomia de Hong Kong sob o princípio de “um país, dois sistemas” possa ser prejudicada à medida que os laços econômicos com a China continental se intensifiquem.
Pesquisas realizadas por uma universidade local, em maio, apontaram que 54% dos entrevistados não confiam no princípio de “um país, dois sistemas”. Isso foi um aumento de 3 vezes em relação ao nível imediatamente após a reversão.
Em junho, o Conselho Legislativo de Hong Kong aprovou uma lei que permite que a China realize verificações de imigração na estação de trem de alta velocidade de Hong Kong, que deverá ser inaugurada em setembro.
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