
Escola de idiomas japonês suspeita de forçar estudantes indonésios a trabalhar. Autoridades trabalhistas, citando promotores, suspeitam que uma escola de língua japonesa, no sudoeste do Japão, forçou seus estudantes indonésios a trabalharem em instalações de cuidados, de propriedade da mesma corporação.
Além disso, documentos relacionados a Yutaka Shimizu, de 70 anos, chefe do grupo que administra a Academia Internacional de Língua Japonesa Houei – Houei International Japanese Language Academy, e outras quatro instituições, foram enviados aos promotores por supostamente obrigar seis indonésios a trabalhar, efetivamente, entre dezembro de 2015 e junho de 2016.
Os estudantes foram, supostamente, forçados a usar seus salários para pagar as mensalidades, de acordo com um escritório local de inspeção de padrões de trabalho.
A escola ensina japonês a estudantes de toda a Ásia, que estejam interessados nos campos médicos e de bem-estar.
Um advogado, que representa o operador da escola, divulgou uma declaração dizendo que a empresa não estava envolvida em qualquer atividade ilegal.
A empresa vem fornecendo “oportunidades de trabalho para os estudantes que desejam trabalhar”, disse, observando que a experiência profissional adquirida nas instalações de bem-estar é crucial para a aprendizagem do aluno.
- EUA revogam ingressos da Copa para torcedores do Irã - 10 de junho de 2026 8:17 pm
- Japão define consenso sobre sucessão Imperial - 10 de junho de 2026 7:58 pm
- Árbitro da Somália é barrado nos EUA para Copa - 10 de junho de 2026 3:47 pm






















