Filipinas: Tropas matam 15 partidários do Estado Islâmico. Soldados mataram 15 militantes e feriram gravemente seu líder, suspeitos de serem representantes do grupo terrorista Estado Islâmico no país, depois de ataques aéreos e de artilharia em uma província do sul, disse um oficial militar sênior, no domingo.
Isnilon Hapilon, também conhecido como Abu Abdullah, é um líder do grupo militante filipino Abu Sayyaf, e poderá morrer por necessitar de tratamento médico imediato, disse o chefe militar Eduardo Ano aos repórteres, citando interceptação de informações e comunicações.
“Ele precisa de transfusão de sangue. Sem tratamento médico adequado, ele poderá morrer “, disse Ano.
Na quinta-feira passada forças filipinas despejaram bombas e dispararam rajadas contra posições rebeldes nas montanhas de Lanao del Sur, em uma tentativa de expulsar Hapilon.
A província é um baluarte do grupo rebelde Maute, que também prometeu fidelidade ao Estado islâmico.
Hapilon está na lista dos mais procurados do FBI – Federal Bureau of Investigation, por seu papel no sequestro de 17 filipinos e três norte-americanos em 2001, existindo uma recompensa de US $ 5 milhões por sua captura.
Um dos mortos é um indonésio, mas Ano disse que ainda estavam “checando e fazendo mais investigação” sobre o estrangeiro.
Hapilon estava com outros dois estrangeiros, cuja nacionalidade era incerta, disse ele.
O presidente, Rodrigo Duterte, apelou, nesta sexta-feira, aos grupos separatistas muçulmanos do país para negarem refúgio a militantes com ligações com Estado islâmico, alertando para o perigo de uma guerra que se seguiria e que colocaria os civis em perigo.
Um dia antes de fazer o apelo, o ministro da Defesa disse que os relatórios de inteligência estrangeira reportavam que Hapilon estava recebendo instruções do Estado Islâmico para expandir suas operações nas Filipinas, no mas forte indício de vínculos com os terroristas do Oriente Médio.
Duterte disse que não poderia mais conter a “contaminação” extremista e exortou os dois grupos rebeldes separatistas muçulmanos – a Frente Moro de Libertação Islâmica e a Frente Moro de Libertação Nacional – para rejeitar os avanços do Estado islâmico.
Ano disse que espera um confronto entre os soldados e o grupo de Hapilon, depois dos ataques. – Reuters
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