Park está pronta para aceitar investigação de promotores. A presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, disse que está disposta a aceitar uma possível investigação sobre o escândalo envolvendo sua amiga e confidente de longa data.
Se ela se submeter à investigação, ela se tornará a primeira presidente a ser investigada pelos promotores.
A constituição sul-coreana concede aos presidentes em exercício a imunidade de processos criminais, exceto por traição e outros crimes.
Em um discurso, televisionado na sexta-feira, Park disse que aceitaria a investigação se necessário e novamente pediu desculpas por decepcionar o público.
O discurso segue seu pedido de desculpas público do mês passado, sobre o escândalo.
Os promotores prenderam a amiga e confidente de Park, Choi Soon-sil, na noite de quinta-feira, sob suspeita de conspiração, abuso de poder e tentativa de fraude.
A empresária é suspeita de ter conspirado com o ex-assessor presidencial, Ahn Jong-beom, para pressionar empresas a doarem fundos para duas fundações.
Choi também é suspeita de tentar defraudar as organizações sem fins lucrativos em cerca de 600.000 dólares.
Em seu discurso, Park disse que teve a ajuda e suporte de Choi em muitas ocasiões, durante o longo tempo que se conhecem.
Ela disse que Choi estava ao seu lado durante seus momentos mais difíceis, de modo que isso levou à sua negligência.
A presidente convidou a população a cooperar com a sua administração, salientando que a Coreia do Sul está enfrentando um ambiente crítico de segurança e uma lenta economia.
Seu índice de aprovação caiu para um mínimo histórico, tendo ainda 15 meses de mandato.
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