Coreia do Sul, Park pretende renunciar antes do final do mandato. A presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, anunciou sua intenção de renunciar antes de seu mandato terminar, em fevereiro de 2018.
Park fez um discurso público, televisionado, nesta terça-feira, sobre um escândalo de tráfico de influências envolvendo sua amiga e ex-assessores.
Ela disse que vai deixar a decisão sobre seu destino, inclusive se deve encurtar seu mandato, para a Assembléia Nacional, acrescentando que se os partidos governistas e de oposição chegarem a um plano para minimizar a confusão sobre os assuntos de Estado e garantir uma transferência segura do poder, ela deixará o cargo.
Ainda não está claro quando ou por quais procedimentos ela renunciaria.
A renúncia de um presidente em exercício seria a primeira na Coréia do Sul, desde 1987.
Se Park renunciar, o primeiro-ministro, Hwang Kyo-ahn, entraria como presidente interino e uma eleição seria realizada dentro de 60 dias.
Os promotores sul-coreanos acusaram a amiga e ex-assessores de Park por abuso de poder e disseram que a presidente era uma conspiradora.
Os partidos de oposição têm o objetivo de aprovar um processo de impeachment contra Park na sexta-feira.
Membros do partido no poder pediram que ela renunciasse honradamente.
Os manifestantes se reuniram na capital, Seul, por 5 semanas consecutivas.
A manifestação do último sábado foi a maior de sempre.
O índice de aprovação de Park caiu para 4%, o mais baixo de todos os presidentes.
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