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Terremotos na Venezuela deixam pelo menos 164 mortos e 971 feridos

Governo decreta estado de emergência após abalos de magnitude superior a 7 destruírem prédios na capital

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Caracas, Distrito Capital, Venezuela, 26 de junho de 2026, Télam — O governo da Venezuela confirmou que ao menos 164 pessoas morreram e outras 971 ficaram feridas em decorrência de dois violentos terremotos que atingiram o país. O balanço trágico foi divulgado oficialmente em pronunciamento na televisão estatal pela presidente interina, Delcy Rodríguez, detalhando o impacto dos tremores ocorridos no dia anterior.

Diante do cenário devastador e da extensão dos estragos provocados pelas forças tectônicas, a presidente interina declarou estado de emergência na nação sul-americana. Os abalos geraram danos estruturais graves e severos na capital, Caracas, bem como em diversas outras regiões geográficas do país, mobilizando equipes de resgate de forma massiva para uma operação de busca por sobreviventes que continua em andamento.

“Dois terremotos de forte intensidade ocorreram de forma consecutiva na porção noroeste do território venezuelano.”

De acordo com os dados técnicos consolidados por institutos geológicos internacionais, os tremores aconteceram sucessivamente na noite de quarta-feira (24), pouco depois das 22h no horário UTC. Ambos os abalos registraram magnitudes oficiais superiores a 7, intensidade suficiente para causar o colapso instantâneo de múltiplos edifícios na área urbana da capital e espalhar pânico generalizado entre a população civil.

Os epicentros dos abalos foram localizados a aproximadamente 160 quilômetros a oeste de Caracas. Especialistas da área de monitoramento sísmico classificaram os tremores nas proximidades dos epicentros sob a categoria de impacto “violento”, posicionando o evento geológico imediatamente abaixo do nível máximo de severidade teórica conhecido como “extremo”. Devido ao potencial destrutivo, as estimativas de fatalidades foram classificadas em nível de “alerta vermelho”, o patamar mais grave de monitoramento global.

“Órgãos oceanográficos emitiram avisos iniciais sobre potenciais riscos de tsunami na faixa litorânea do país.”

Logo após os primeiros tremores, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos chegou a emitir uma mensagem de ameaça de tsunami direcionada expressamente às regiões costeiras situadas em um raio de 300 quilômetros a partir dos epicentros. Contudo, após análises complementares do comportamento das marés e das correntes no Oceano Atlântico, os técnicos descartaram o perigo de ondas gigantes, suspendendo os alertas horas mais tarde.

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