Varsóvia, Polônia, 4 de maio de 2026, Associated Press (AP) – O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, condenou firmemente no sábado (2) o que chamou de “desintegração” interna da OTAN. A declaração ocorreu simultaneamente ao anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que novas reduções na presença de tropas americanas estacionadas na Europa estão a caminho.
Através de uma publicação em rede social, Tusk alertou que a maior ameaça à comunidade transatlântica não advém de inimigos externos, mas da erosão da própria aliança. O líder polonês instou os aliados a fazerem o necessário para reverter o que classificou como uma “tendência desastrosa”.
A tensão escalou após o Departamento de Defesa dos EUA anunciar na sexta-feira (1º) a retirada de cerca de 5.000 soldados da Alemanha. No sábado (2), Trump foi além ao declarar que o corte será significativamente maior, embora não tenha detalhado os números exatos. O movimento ocorre em um contexto de atrito entre Washington e Berlim devido ao conflito dos EUA com o Irã.
As relações transatlânticas enfrentam meses de instabilidade, agravadas por tarifas comerciais e ameaças anteriores de Washington de retirar os EUA da OTAN. Trump reiterou recentemente que sua posição sobre a saída da aliança está “além da reconsideração”, afirmando que nunca foi convencido pela eficácia da organização. Enquanto isso, a Ucrânia mantém suas operações, tendo atingido embarcações russas no Mar Negro e em Leningrado no domingo (3).
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