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Pai confessa ter matado filho após levá-lo à escola em Quioto

Investigação revela que Adachi Yuuki teria estrangulado o menino de 11 anos dentro do carro

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Nantan, Quioto, Japão, 20 de abril de 2026, Kyodo News – Fontes próximas à investigação policial sobre o abandono do corpo de um menino na província de Quioto revelaram que o pai da criança confessou ter matado o filho após levá-lo de carro até a escola primária. A polícia prendeu, na última quinta-feira (16), Adachi Yuuki, um funcionário de empresa de 37 anos, sob a suspeita de abandonar o corpo de seu filho de 11 anos, Yuki, na cidade de Nantan. O corpo do menino foi localizado em uma área arborizada no dia 13 de abril (segunda-feira).

Segundo os investigadores, o suspeito admitiu as acusações e, durante depoimentos voluntários realizados antes de sua prisão formal, deu a entender que estrangulou o próprio filho. O pai teria levado o menino de carro até a escola em Nantan, mas, em vez de deixá-lo no local, seguiu para outra parte da cidade, onde teria cometido o crime.

“As evidências sugerem um ato premeditado, onde a rotina escolar foi utilizada como fachada para o deslocamento da vítima até o local do crime.”

As investigações confirmaram que o menino tomou café da manhã em casa na manhã do dia 23 de março (segunda-feira). Desde então, ele permaneceu desaparecido, e as imagens das câmeras de segurança da escola não registraram sua entrada no estabelecimento. A polícia suspeita que o garoto sequer chegou a descer do veículo do pai. Adachi Yuuki chegou a comunicar o desaparecimento do filho à polícia por telefone, logo após ser notificado pela escola, por volta do meio-dia daquele dia, sobre a ausência do aluno.

Entretanto, as autoridades descobriram que o pai já havia mencionado o desaparecimento do filho a um conhecido antes mesmo de receber o aviso oficial da instituição de ensino. Neste sábado (18), a polícia realizou buscas em um banheiro público localizado entre a residência da família e a escola, suspeitando que o local possa ter alguma ligação direta com o caso.

“A inconsistência nos horários relatados pelo pai foi o primeiro sinal de alerta para os investigadores, levando à descoberta da trágica realidade.”

O caso chocou a comunidade local de Nantan pela frieza dos detalhes revelados. A polícia continua a analisar o trajeto percorrido pelo carro de Adachi e a processar evidências forenses para consolidar a acusação de homicídio. O pai permanece sob custódia enquanto o inquérito avança para determinar a motivação exata por trás do crime que vitimou o pequeno Yuki.

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