Hong Kong, China, 6 de dezembro de 2025, Xinhua – O governo de Hong Kong determinou a remoção imediata das redes de proteção utilizadas em reformas de edifícios, após o incêndio que devastou um complexo residencial no fim de novembro (11), deixando 159 mortos e 31 desaparecidos.
As chamas atingiram sete dos oito arranha-céus do conjunto habitacional, e autoridades acreditam que o uso de redes que não atendiam aos padrões de segurança contra incêndios contribuiu para a gravidade da tragédia.
Mais de 200 edifícios estão sujeitos à ordem de retirada, que deve ser cumprida até este sábado (6). Em um prédio no centro de Hong Kong, trabalhadores já desmontaram as redes verdes que cobriam os andaimes de bambu.
O governo anunciou que, a partir de agora, apenas redes com certificação de segurança emitida por laboratórios designados poderão ser utilizadas. Diretrizes específicas para o uso do material devem ser divulgadas já na próxima semana.
Executivos de empresas ligadas às reformas do complexo atingido foram presos, e as investigações buscam esclarecer se houve falhas nas medidas de proteção contra incêndio ou má conduta durante os trabalhos.
A tragédia reacendeu o debate sobre segurança urbana e fiscalização de obras em Hong Kong, pressionando autoridades a reforçar padrões e evitar novos desastres em áreas densamente povoadas.
- EUA indiciam Raul Castro por assassinato e queda de aviões - 21 de maio de 2026 11:27 am
- Nikkei 225 de Tóquio dispara mais de 2.000 pontos - 21 de maio de 2026 10:54 am
- Lula impõe censura digital via decreto e sufoca liberdade - 21 de maio de 2026 7:59 am























