Tel Aviv, Distrito Central, Israel — 15 de outubro de 2025 — The Jerusalem Post – O cessar-fogo firmado entre Israel e o grupo Hamas, como parte de um plano de paz proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teve início no dia (13) com a libertação de 20 reféns vivos mantidos em Gaza. No entanto, a entrega dos corpos dos reféns falecidos permanece estagnada, gerando tensão entre as partes envolvidas.
Segundo o acordo, todos os 48 reféns — vivos e mortos — deveriam ser entregues até o meio-dia do dia (13). Até o momento, apenas quatro corpos foram devolvidos, o que levou o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, a emitir um alerta público.
Enquanto isso, veículos de imprensa palestinos relataram a morte de seis pessoas em ataques israelenses ocorridos no dia (14) nas regiões norte e sul da Faixa de Gaza. O Hamas condenou os ataques, classificando-os como violação direta do cessar-fogo e pediu que países mediadores monitorem a atuação das forças israelenses.
O Exército de Israel afirmou que os disparos ocorreram após civis se aproximarem de suas tropas em operação no norte de Gaza e ignorarem ordens de recuo. A situação reacende preocupações sobre a fragilidade do acordo e a possibilidade de retomada dos confrontos.
A comunidade internacional acompanha com atenção os desdobramentos do acordo, que representa uma tentativa de estabilização após dois anos de conflito intenso. A devolução dos corpos dos reféns e o respeito ao cessar-fogo são vistos como pontos críticos para a continuidade do processo de paz.
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