Cambridge, Massachusetts, Estados Unidos – 27 de maio de 2025, Associated Press – A polêmica decisão do governo Trump de barrar estudantes estrangeiros da Universidade de Harvard foi temporariamente suspensa por um tribunal norte-americano, oferecendo alívio a cerca de 6.800 alunos internacionais da instituição — entre eles, membros da realeza europeia e filhos de líderes mundiais.
A medida do Departamento de Segurança Interna dos EUA, que obrigava os estudantes internacionais a se transferirem para outra universidade ou deixarem o país, foi motivada por acusações contra Harvard de supostamente fomentar violência, antissemitismo e manter vínculos com o Partido Comunista Chinês.
No entanto, após ação judicial movida pela universidade, um tribunal federal determinou a suspensão imediata da aplicação da ordem, enquanto o processo segue em análise.
Tricia McLaughlin, secretária-assistente do Departamento de Segurança Interna, criticou a suspensão judicial afirmando que o parecer “retarda a justiça e tenta enfraquecer os poderes constitucionais do presidente”.
Entre os afetados pela medida está a princesa Elisabeth da Bélgica, herdeira do trono, atualmente matriculada em um programa de mestrado em políticas públicas. Ela concluiu recentemente o primeiro ano do curso de pós-graduação.
A filha do primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, também figura entre os alunos internacionais da universidade.
Apesar do alívio temporário, o futuro dos estudantes internacionais em Harvard segue indefinido, dependendo de decisões judiciais futuras e da pressão política contra a medida adotada pela Casa Branca. A universidade reiterou que continuará lutando para proteger seus alunos e garantir a continuidade dos programas acadêmicos.
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