Em resposta às incursões do Hamas em território israelense, Israel prometeu impor um “cerco completo” à Faixa de Gaza. Essa decisão ocorre enquanto o país continua realizando ataques aéreos em retaliação aos ataques do grupo terrorista Hamas. Notavelmente, as Forças Armadas de Israel convocaram impressionantes 300.000 reservistas, a maior mobilização desse tipo em meio século.
O bombardeio incessante do exército israelense sobre Gaza persistiu na segunda-feira (9), iniciado após o lançamento de foguetes pelo Hamas e ataques transfronteiriços em Israel no sábado (7). As mídias locais em Israel relatam um cenário sombrio, com pelo menos 900 vítimas e cerca de 2.400 pessoas feridas.
Enquanto isso, as autoridades de saúde em Gaza informaram que 560 pessoas foram mortas e mais de 2.900 ficaram feridas em ataques conduzidos pelo exército de Israel. Isso eleva o número de mortes em ambos os lados do conflito para mais de 1.400 pessoas.
Na segunda-feira, o Ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, reafirmou o compromisso de Israel com um “cerco completo” à Gaza, incluindo planos de cortar o fornecimento de eletricidade para o território.
As Nações Unidas observaram que mais de 120.000 pessoas fugiram de suas casas em Gaza à medida que a violência aumenta. A NHK relatou que ataques intensos ocorreram em torno de um hospital onde muitas pessoas buscaram refúgio.
A decisão de Israel de convocar 300.000 reservistas, quase cinco vezes o número convocado em 2014 durante uma operação em larga escala em Gaza, destaca a seriedade do conflito em curso e suas implicações regionais.
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